quinta-feira, 14 de maio de 2009

CARTA DE DELÍRIO

Pessoal, eu gostaria de deixar para voces essa "carta" que tem um sentimento de indecisão, mas que traspara uma geminação de um sentimento e, ao mesmo tempo, o medo dominado, e que leiam e curtam... Para uma curiosidade, no momento em que eu a escrevi, eu estava em "limite-extresse" no meu estágio, e fui me desnvolvendo aos poucos,e... só! ABRAÇÃO!!!

Uma carta delirante

Hoje amanheci em suspiros de ternura. de onde surgiu? Escrevo-te, pessoa minha, pois meus indícios de raciocínio encontram-se em distorção, que se manifesta em minha carência pelo oposto. A chuva desabara sobre meu rosto e não me detive, peguei um papel e dancei valsa com meus sentimentos carentes e a caneta varreu minhas palavras nesse pedaço de papel desocupado. É para você que escrevo essa carta. Juro, não quero confundiu nossos sentimentos, quero apenas por e,m prova a mim mesmo. Por isso, procuro reter-me ao cuidado para contigo pessoa minha. Hoje sou teu amigo natural, amanhã posso ser teu maior amante. Temor é um símbolo de justiça. Posso apenas abraçar-te, ou andar contigo na chuva, como também posso sentar-se ao teu lado e roubar-te um beijo, mesmo não estando apaixonado.

Não quero ferir teu coração, por isso, te quero bem como amigo, por isso amo estar ao teu lado. Se pensares que estou querendo-te, mas tenho medo de assumir, eu não sei, pois pode ser apenas um desejo humano para ser suprido e tornar-me promiscuo, e não quero isto nem para ti e nem para mim. acho apenas que estou na procura, e como não encontrei no momento, seguro na sua mão, apenas repousar minha cabeça em teu ombro e voltarmos juntos dessa trajetória urbana. será que seriamos amigos, amantes ou ficantes? Odeio ser ficante, seria promíscuo e minha juventude não sabe o que seja o compromisso, e não vou vacilar nessa bebida acomodadora.
Pessoa minha, essa carta adolescente surgira de umas confusas névoas que em tais palavras não descrevi por completo. Quero estar ao teu lado, como um amor amante, mas não te desejo ser, mas para nunca machucar-te, sabendo que eu não tenho caráter perverso. E por que este medo em mim? Desculpe-me, é apenas atração por ti, mas não deixo de escrever com ardor para contigo.

Com um intenso esmero,
...para Pessoa minha!

Mais poemas 02

A NOITE


...Especulações dos ventos rubros

Suspiros de vinho, e temor seco.

Desfruto do momento não-instante

Na gritaria de meus lábios alados!


Acento entre amigos. Discurso remorso.

É gótico, a luminária das ruas inversas

Um desejo de prantear alguém.

Justificar meigo, um sonho sem saudade

Numa brisa revoltada num vento sereno.

Correm tristezas e trovejam alegrias,

Meu rebelde silencio há de sorrir...

Onde o esquecimento será meu consolo!


E antes que venha meu fúnebre infortúnio

Será o teu amante abraço, meu desejo

Quando eu for ter contigo!

...2006


A MARGEM DAS CINZAS

Rasga-se o temor de meus olhos

A noite doente desabrocha nos campos

Frutos das moças que choram

Por esta selva de ruínas que muitos cantam...


Flores muchas e magnas cartas

De namoro... De choro... De óbito! Assim será!

Lembranças furtadas, ruínas da era

Nesse eloqüente universo de lágrimas.


Mais profundo que a morte é o amor

Por teu amor em ruínas me entrego

Um ofício lírico farta meu ego;

Encanta-me teu escuro cabelo nesse penhor!


De tanto a mim estais distante,

Trilho triste insígno; sou teu maior amante

Desta taverna, que é meu harmônico coração

Uma vida, entoei sim, esta livre canção!


06-04-2006

Verdade moderna

Diante da face mágoa nesta emoção

Cega realidade a obter os olhos abertos;

Tão somente atribui o absurdo num turbilhão

Inteira razão de quão excêntricos cânticos...


Os dias, severamente amantes e passageiros

Não obtiveram extremos heróis com poder,

Apesar da tortura fútil do constitucionado ser

Era natural a dor (para eles, guerreiros).


Enquanto caem folhas secas na margem

Torna-se vulnerável ao sertão humano

Observando o massacre obscuro da paisagem

A verdade discriminada e subitamente humano!

13-09-2005


TRISTEZA SERENA


Estive a pensar, vorazmente, e sereno,

Que meus únicos amigos jazem

No meu cemitério de minhas memórias

E os seres que compartilham comigo

São meus colegas... De vista rasteira!

Não estou a apegar-me as lembranças,

Mas medito sobre outros infortúnios...

Julgo sim, uma verdade que me abate!

Parece que velho estou de crimes,

Os meus, os dos outros, e caminhantes da doença...

De Chagas? Não! De tuberculose? Não...

Do ofuscar os olhos as ruínas sem mediadas.

Culpado por ser inocente por ileso!

Meus amigos estão morrendo, e se tornam

Como cada um dos meus colegas aqui

E sou criminoso por acreditar em Deus...

Porem, ainda choro a rasgar nas entranhas da alma

De que ainda ao servil, vou me redimir!

2007


Infortúnio Humano

I

Ah! Deus meu, como é lamentoso

O errante que se guia cego e asqueroso

Contudo, conforme ao restrito ambíguo...


Na severa natureza do próprio ser, banal,

Exilam a verdade nas ruínas intimas

No coração enganoso, possuído do seu chacal.


Sei porem, que, grita dentro de si silencioso

Pudera estar contigo dentre a queda

Ao implorar sedento por teu sentimento amoroso...

II

Chamas perante o vento inabalável

Enquanto tentas corrigir frustrado

Teu corrupto e coração incurável.


Na face da despedida sem medida

Racionaliza teu mérito humano (sem valor):

-Assim te enganas de um outro amor!


Calas teu coração e clama: Aba, Aba Pai!

Rendas tua fúria quimera e fera,

Ao amor do altíssimo, te libertará desta Era!

30-08-2005



quarta-feira, 6 de maio de 2009

Mais outros...


-Versos de Verdades Rebeldes-

Dar-lhe os a ação concebida
Trocado por uma essência
Até mesmo que talvez, seja dita,
Um imortal que farias companhia.

É bem possível corromper
Ao verbo louco, de que te iludes
Somente mentes a aborrecer
(A guerra que roí palavras e muralhas)!

Palavras que nos cegam
Aos olhos tornam surdos
Os boatos de quem se escutam;
As verdades dos sonetos bastardos!
...05-2005

-DESEJO POR DEUS-

Basta de ilusões banais e sanguinárias,
De instintos fúteis e cinzas aromáticas,
De mascaras interiores e restos de séculos!

-Fantástico fenômeno fictício formoso
Frustrável fel flácido; ferida frustrável...
Nos lagares cristalinos, quebrantadas são, as imagem!
Mergulho meus olhos em meu corpo honroso,
A morte em meus nervos, em meu fel...

Deus, quais são para ouvirdes de mim
Os clamores de um errante constante
E os que choram ao sepulcro de carmesim,
Invade-me e faze-me entregue e amante!

Sou como estas inválidas moedas
Ou semelhante a este anel esquecido!

E não suportas meus orgulhos cegos...
Tu somente me queres, a voar delirante
E em vosso interior, sonhar os teus sonhos...

25-08-2006

Mais poemas...



- Autor Desconhecido -

Mas... Bem-aventurado quem descobre desventurado

Deste pesadelo, meu semblante que reverte fortunato

Cada lágrima rasgada cândida do ato

Infortúnio hostil perturba este não ser amado.


Fecho os olhos, fonte irreversível de descanso!

Desprezado pela ira gerado num sorriso manso

Caçado deste sentimento inebriante,objeto rente,

Celso desta raiva que me frustra mortalmente.


Essa vergonha flamejante me inquieta

Que inaugura ardente este livre frio destruidor

Até quando serei ocioso aos olhos de uma dor?!


Lembranças marcadas, esquecidas e conturbadas

Ventania enclausurada pela idéia indespresavel

Dentre muitos não vistos, nos fizeram desconhecidos!


...2005

A NOITE


...Especulações dos ventos rubros

Suspiros de vinho, e temor seco.

Desfruto do momento não-instante

Na gritaria de meus lábios alados!


Acento entre amigos. Discurso remorso.

É gótico, a luminária das ruas inversas

Um desejo de prantear alguém.

Justificar meigo, um sonho sem saudade

Numa brisa revoltada num vento sereno.

Correm tristezas e trovejam alegrias,

Meu rebelde silencio há de sorrir...

Onde o esquecimento será meu consolo!


E antes que venha meu fúnebre infortúnio

Será o teu amante abraço, meu desejo

Quando eu for ter contigo!

...2006