segunda-feira, 19 de abril de 2010

Diamante Negro

Sinto nesse sabor, um pensamento que devora trajédias, convertida numa saudade, guadando em zelo, como na repercusão de cada pedaço a ser colocado, e não vem mais a dor como brutal sensação que corroe nossa alma até que se chegue em forma de mágoa, longe de mim e de ti esta mágoa. Ocorre a frieza entre os dias que se seguem, e como se não bastasse, uma ausencia que forma uma luta "solitária". Percebo que essa mudança de rota deve gerar dentro mim mudanças revolucionárias que me façam mais responsavel, onde deixarei de ser apenas maus um arrastado por "coitado daquele indivíduo" e não deixar minha presença seja mais um equívoco e venha trazer segurança aos que estão ao meu redor, e não viver arrastado aos fragmentos de uma vida de perdas e tédios sem fundamento. Cai no laço da imaturidade e na evazão dos sonhos que deixei nas mãos de outros e nas exigencias pacatas que eu mesmo coloquei sobre mim, e perdi sobra a insignificancia das coisas e circustancias, a rosa. Deixei que esse vento sombrio acolhesse a pessoa que amava, e como num retrair das coisas, me restringi em meu egoísmo ignorante, e perdi o ganho por completo e deixou por apenas ser pessoas comuns. Parece que na destreza deste seculo, percebo um aroma de Onde está meu vigor revolucionário: a religiosidade massacrou! Mas não vou me deixar me vencer por isso! Onde está minha rosa: nas mãos de quem há um cuidado vibrante! Mas não vou evanecer nas minhas próprias torturas! Mas não vou de buscar as coisas que vem do alto, pois nele, torno meu alvo, por isso não vou me render aos ventos sombrios, e deixar que o Criador venha a esculpir esse diamante bruto nas suas mãos!!! Confesso que queria retornar, ou simplismente ser deixado presente depois, mas creio que "seguir em frente" mediante a esse horizonte urbano seja uma das confissões de um Diamante Negro!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Libedade

Meu ser que despencava nesses dias onde a atmosfera das circustancias sultis me revolveram de "pseudo" hipóteses a cerca de mim mesmo, e me cobtrindo de desculpas e tolas palavras, que me asseveravam minha consciencia esta que fugia-me deste entendimento impar, e desfalecendo sobre o mar de meus crimes, e sobre o vácuo, insanamente passo a adormecer, e este acomodar me distancia do alto e com escamas de religiosidade, torno-me apenas um elemento óbvio do desejo que nutre meu coração. E outra, despojei outra vez minhas esperanças em espectativas vazias, como mais um errante aspirador deste século...
Não posso depositar essa felicidade em circustancias brutais, que causam impasses duarnte minha trajetória, e percebo, que não estou obrigado a alimentar este tributo ao caos, num julgamento de mim mesmo, sobre máscaras de culpas internas e valores escassas de saudades, como uma amizade esquecida, sendo presenciada numa memória de olhares formais de seu cotidiano. Assim estou, e não irei permanecer no mar de escamas. Quando meu espírito se lembra, olho para o céu e te procuro. Então, tuas palavras semeadas em mim, passam a germinar e mergulham em meu ser, que são seguras em suas raízes, e meu ser passa a ter sede de ti... "Quero te conhecer... Quero saber como tu és..." Reconheco minha condição, e como no mesmo despencar, eu me lanço a minha rendição por ti... "Teu amor por mim supera este amor humano" Vem, e sopra sobre mim, oh Libedade, vinheste do Céu, só para não me ver morrer sem ti, e em função de ti, proceder nossa existencia!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Desfecho de um derramar...

Nesse presente momento, penso no que deixei desapercebido aquela encoação, e vivo nutrido essa inercia brutal quando lancei em expectativas vazias, meu sentimento. Em meu rosto, aquela tristeza, onde fijo estar cansado em parte, em parte retrocedo e perco o ganho de novas esperança. É como se o tédio servisse de uma profunda balança sobre essa esperança. Procurava documentar minha condição como justificativa de minhas ações, e ao invés de ganhar em profundo, acabo esfriando a quem deveria amar, e me torno mais um que se passa nessa vida... E sobre meus crimes, tento me esconder inteiro dos que amo, e em decisões equivocadas, desfaleço o que em novos dias seria significante. Cotidianamente procuro nos cumprimentos formais, bons meios de tratamento, ou vínculos intelectuais disperçar isso, mas no momeno impar comigo, minha alma parece acobertar-se nessas percas secretas que finjimos não dizer, e procuramos ficar mais forte para aquilo que não nos mata de tédio. A cada vez que erro, é lançado mais a frente a realização do sonho, e mais uma vez, me frustro, desfalecendo o que era e estava para ser aguardado com zelo, é como se pagasse peloa nossos crimes. Vejo nas enfurecidas circustancias em que os outros se colocam, penso "também hajo parecido", e embora procuro não ser como este, acabo fazendo na mente ainda mais brutal e severo, e isso se reflete no espelho da existencia. Diante de tudo isso cheguei a dizer: "Só tenho Deus e eu sozinho"! E mais uma desculpa sobre outra.
Uma destreza enfim, me mostra o quanto vivo desarmonicamente padecendo sem nenhum motivo digno de uma condição. Me desfaleço pelas percas, nem observando os ganho que obtive, embora insignificantes pra muitos, e valoros para poucos. Confesso que sinto ferido, e sem nehuma resistencia, coloco-me no mesmo partamar de um ciúme, gerando até um ciúme segretíssimo depois da perda. "Nada mehor que partir para outra conquista" Mas esse ardor gera heranças negras, que nos tornamos semelhantes aos que se deixam levar em suas névoas negras. Fazemos parte de um rodeio de crimes, mas nunca nos devemos nos subjulgar a ela, pois ela se toma ideologia para nos matar no vazio.
"Queria dizer o quanto amo aquela pessoa, e me arrependo até a alma por isso, independente do que teriam dito ou pelo momento oportuno!"Ter sido mais ousado." "Ter mais sabedoria nas palavras... enfim!" Com todo esse jorrar meu, que, mais uma vez, lanço fora nesse mar derivado de esquecimento... Só tenho a Deus e a Vida para desfrutar, e a nutrição de esperanas em futuros dias como um sentimento que tem sabor de uma aroma raro de Nardo.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Carta de arrependimento!!!

Quando voce bebe do cálice do mesmo crime, parece um vício, e se ter que pedir perdão a Deus for virar uma rotina, então se prerpare, sem arrependimento não há quebrantamento, ou voce retira tuas escamas, ou viverá sobre a mesma tortura que se saboreia teus remorços! Se sabes que a tentação vinher, fuja para bem longe dela. Não sabes o prémio que há de vir? quando vais parar de nutrir isso em teu intimo? Queres que seja retirado o teu prémio, poque só fazes adiantar cada vez, e parece que corre longe, como um barco que o oceano leva longe? Quanto tempo levará?

Ah Deus! Tem misericordia de mim e remove meus remorços e falsas promessas!!!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Em um olhar na rosa...

"Algumas rosas, embora com seus espinhos, nos atraem pela sua cor viva - que é o seu vermelho - fervilha no nosso sangue, aquela paixão que conservamos com tal zelo, mas que, embora o tempo pareça ser distante como uma estrada, quanto mais próximo chegamos, mais reduzidos nos sentimos a ela, mas nem por isso, deixamos de expor a grandeza de pessoa que nós temos para oferecer a pessoa que desejamos, embora nem seja necessáriamente a presença das palavras. Essa é uma peculiar semelhança de quem admira a rosa apenas no olhar e quem vivem um amor platonico, e para não ofender, apenas finjimos, ou para não ferir, procuramos evanecer das nossas mentes feito poeira varrida, ou pétalas lançadas sobre um tapete em dia de casamento, e nos esvaziamos no esquecimento de nossa existencia... "

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Vejo na transparecia desse espelho limpo, a aprencia desse rosto esquartejado pela indiferença, e confesso, a culpa passa a ser mais uma motivação de lançar ao pó minha existencia válida. Toda vez que passo a gerar um sentimento, estando a cega margem de minhas fantásticas imaginações, em real pareço que vou jogar pérolas aos porcos, em outras não há motivo adequado o suficiente para se entregar a um possivel perdido, passando mais uma vez a a se levantar e caminhar sozinho...
Por quanto em um determinado momento, passo a perceber quanto fora apenas cinzas aquelas emoções rasteiras, a quem julgamos estar a dizer "ainda amo este ser". E por incrivel que pareça ser, devo pensar um pouco mais racional na formulação dessa hipótese, e assim, enfim dizer a quem deverá receber com bom grado esse seu sentimento mais entregue, e dizer: "eu te amo". Talvez essa falata natural que temos pelo outros nos faz tomar até procedimentos mais espontaneos, procurando resgatar o que se perdeu para nunca mais dizer alguma coisa que valesse a pena. Não que em outra situação seu sentimento não fosse verdadeiro, só que não podemos obrigar ninguem a nos amar, embora nós a amamos sem que houvesse aquele retorno como deveria, e que isso não nos impede de amar ou que, alguma coisa nos faça amar mais, ou amar, menos, simplismente escolhemos amar. É a melhor coisa a fazer é deixar a coisa fluir.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Pequena carta para um dia de chuva...

"Quando percebo nessa paisagem que aflora lá fora, na chuva solitária, percebo que meu coração é como estaa chuva, e la fora corro para fazer chover na sua solidão, que me comove estranhamente meu intimo em descobertas sombrias, que me atraem ao teu laço que me embriago com teus pensamentos... E corro impetuosamente para sua chuva, que, enchugando cada lágrima, derrete meu triste rancor e me lanço nos teus beijos ardentes que correm na veia desejos que guardava nas gavetas da minha sanidade mútua, para me deliciar de teu amor..."