sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Das poucas coisas que são faladas...



Penso, procuro aqueles versos
Decifra... Intriga é como vestir um terno...
Labirintos espertos e horas incertas
Dentro das interrogações atmosféricas...

Complexos sem sentido de uma caixa craniana
Das poucas coisas que são faladas
Uma guerra provocada, um equívoco que engana
E no fim do túnel, falsas consciências...?

Estão furtando a rocha da segurança
Trocando o batismo da vida pela fumaça
De sempre se queimar de dúvidas!

Neste chão trilho no caminho sem receios
Enquanto discutem sobre incertezas
Prefiro me apegar às certezas!


05 – 11 – 2013

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

“Assim que...”



Minha esta confidencia que apraz
A guerra em segredo me toma alcoolizado
E tenho a ternura como repouso.
Na trajetória, meu pensamento tranca palavras.

E então passo a orar no silencioso
Nas poucas palavras entrelaçadas
Pelos anseios, indefinições épicas
Sentindo-me nem tão triste, nem tão alegre.

Esta metafísica na minha mente
Sopra no cemitério de incertezas
Em meio ao cotidiano palpável
Trazendo saudades da noção das coisas.

“Amantes repousam seus aromas,
Nas janelas integras de suas almas
Como uma figura singular no mistério
Sobre o mesmo mistério almejada em vida”.

Neste lugar vazio na carruagem elétrica
Deus senta ao meu lado 
Em seu agir silencioso no trafegar
No alcance da fé num grão de mostarda.

Em parte, sou mastigado enclausurado
Dissecando no intimo, no arpejo da indiferença
Na embriagues óbvia do Caos humano
Pela falta de compreensão destas palavras!

Sinto-me, em secreto, meu estado terminal
E teu olhar desejoso, esta esperança no vento...
Pois agora te ponho no quadro branco
Transladando a pintura Surrealista.

Busco também (ou aos que já encontraram),
Terno amor pelo ser oposto da minha natureza
Mas meus insanos medos sem pudor
Nos afastam... E um olhar recai no Horizonte!

“Deus, isso nos afasta em vida...”
E então me adornas de um amor doador.
Olho então no espelho. Quebras minha imagem.
Reduzido em ti. Me torno tua semelhança.

Agora, não quero negar o desejo de ter-te
Esta frágil existência, faz ter, minha alma a tua
Deste amar na essência celestial
No meu ardente encontro com sua pessoa.

Repouso nestes dias inquietantes
A indagação do desconhecido sobre os homens
Me traz o instinto de quebra em mim
A Verdade instigante, que vos é contagiante!


14 – 08 – 2009

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A Janela e a Chuva

                   “Quando espero a chuva chegar
                                    Tu vens com o teu vento”

                                    Palavrantiga / [Esperar é caminhar.] 


Não compreendo as ressonâncias que opera.
Aqueles mistérios me fazem correr para o varal
Naquela madrugada, que desperta a moral,
Não esta de quem estima as gotas da atmosfera...

Essa paz – de céu azul – nublada rubra se estende.
Outorga aquele relevo incendiário, onde não se entende,
Desfigura graus e busca gerar em seu frio
Aquele peso que se eleva em nós contra a morte num rio...

O que se sabe? É o desconhecido mito vidrado
E antes do turbilhão, apenas aquele gelo coberto,
E um lírio-do-campo, na residência descoberto,
Desprovido do sopro servil, febril, gelado...

Tomo o jejum do sono como uma dádiva
E tomo tal inconformismo em armas aladas
Com o fervor desatado de mil dívidas
Que o amor te restaurou em vigor para que viva...

27 / 06 / 2012

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Um capuchino




A paz antes de abrir os olhos...
Não se veste de branco, nem de aparência bonita...
Um convite para tomar um capuchino
E ouvir uns discos...
Um clássico, não um sucesso!

Está nos detalhes, simples exagero, voz de veleiro!
Grita no conformado!
Vai à guerra e muda perspectivas!
Um vinculo, não tratados só no papel!

Joga bola com as crianças na chuva,
Segurança na palavra certa
Conversa entre amigos, saudade das boas horas,
Dos minutos sem guarda-chuva a tarde nublada
Aguardando as águas com inspiração...
Aquele amor descoberto, poucas palavras ditas...
São aqueles beijos sinceros, ternos, honestos!

Um riso na brisa, um convite renovado,
Para não estar tranquilo, mas ativo, não passivo!
Um sabor antes de saborear...

De tanto falar bonito, não posso negar,
Da ausência presente
Nos lugares remotos
Dos que dizem “eu me importo”
Mas não se move, e mente,
A si mesmo quer enganar
E aos outros com discurso,
Em “fazer o bem” sem entender
A doença de ser tão corrupto
Interesse sem necessidade, vazio dualista,
E dos que pensam que tem poder
E dos que pensam que dão poder
E ficam sem ter o que dizer!

Traz salvação ao coração
Uma correspondência sem palavras labiais
Que responde a inspiração eterna...
Ah, um abraço depois do abraço,

Um ato de coragem sem precedentes!


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

2 Poemas

Disfarce e refém.

Tento ser um pouco mais, mas sou menos.
Um momento distante, e nem percebo,
Que quero estar mais perto, e nego.

Se me importo ou não, você faz
E quando descubro, já foi o ocorrido.
Quando quero me sujar
Você está disposto a limpar

Tendo um disfarce pra fugir
Mas minha fuga não é suficiente
Antes que meus olhos vissem
Fui encontrado a quem era meu inimigo
Refém de um amor bendito

Tento seguir as horas,
Mas você tem o tempo nas mãos.
Quando cruzo os braços, os seus se abrem,
Ate quando vou entender o improvável?  


Poesia para a chuva!

Dia atormentado, tarde serena e rosas...
“O que queres em teu repouso?”
Ouves rastros que a intriga pôe em uso
E no interior do ser, gotas esperançosas! 

Vem o canto frio, desejo de abrigo,
Aquela chama ardente faz prosseguir,
Que desfaz laços do perigo
De estar com o vazio a sucumbir!

Mas cada gota que mergulha no pó
Adentra misteriosamente
Como sementes que na mente dão um nó,
Reconhece-se a boa noticia impetuosamente...

Que cada partícula derramada
Não retorna em vão ao céu.
A Água viva refaz essa alma amada,
É o que torna justificado, o réu.

Uma exelente sexta feira!!! Eraldo Joseph!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Faz parte do processo.



O que não enxergo, aponta.
Não é pela culpa, quando acorda.
Ainda no começo, esconde o desespero
Até que ganha asas com esmero.

Alguém percebeu a gravidade terrestre
De quem não anda com os pés em cima.
É a não-culpa? É o guia-mestre
De quem exila a regra de ser vítima!

Levadas e algumas misturas
Anda no mesmo mar das outras lembranças
Decifrando interrogações de velhas crianças
Se bem que retroceder pode encontrar um rio com ternuras?

Dos que não se podem fugir:
Uma, a figura do impostor da vez
Duas, o esperado que não chegou para fingir!
E vai valer à pena arriscar outra vez?

29 / 01 / 2012


Bom dia! Vamos divulgar! Mês de setembro teremos novidades! AGUARDEM!!!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Convite para caminhar!


Mostre, em atos, Suas palavras,
A sabedoria alada, encarnada,
Que de tantas mortes livras
E não deixes a alma sem nada!

Mostre, me conduza aos teus segredos!
Convite para habitar na confiança
Sou evidencia da liberdade, como criança,
Laçando fora todos meus medos!

Ouvi singela, próxima, fim do monte,
Calorosa esperança e frutos de amor
Tão longe dos teoremas da dor
Tão próximo do coração amante!

Qual a prova nesse caminho?
Ou a atmosfera do gozo prumo?
Será um pássaro fora do ninho?
Coração indeciso é bussola sem rumo!

Palavras, provérbios e tantos no jardim...
Boas, é vida! Tolas, são homicidas!
Presente escolha para que decidas
O lugar que repouse uma vida sem fim!


12/06 a 02/08 de 2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Meu oceano



– Estou à margem... Da loucura, do vinho?
Desejo habitar entre os desconhecidos
Para que, nenhum instante, ser encontrado!

Sinto nestes dias insígnias de pavor
A putrefação dos séculos...
Pelos ventos encantadores de amor
Regendo a lei musical de meus poetas amigos
E um sonho antigo dos harmônicos.

O calor vosso consola meu oceano
Entregue e descoberto nas névoas noturnas
Nos bosques, corre em aventuras
A teu amor, oh moça, encontrei esse ano...
  
26 / 07 / 2006

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Pedra, Atmosfera e Novidade!


Depois da pintura borrada
Muros de concreto, isolam sua área, secreto!
Coração pulsa, travada, não derramada, 
Como Pedra rígida que mata o feto!

Mas naquela escultura, com alma, e viva
Aguarda, com vigor, a quebra dos seus muros.
O amor encarnado mostra suas mãos e seus furos,
Sua atmosfera perfumada apenas diz: aviva!

Ao seu desfecho, rachaduras dão evasão...
Valores distorcidos, antes! Vem Novidade!
Pulsa contra as pedras! Um adeus a ilusão
Notícia boa chega cheio de graça e verdade!

03 / 07 / 2013

domingo, 16 de junho de 2013

Um convite simples!

Despertar antes levantar as pálpebras
Um convite simples, cultivado, arado.
Talvez desconheça seus segredos em brasas
Por um momento, pensei, mas sei, é atado!

Levantei, busquei no silêncio. Lá está!
No barulho, atmosfera. Palavras que tem sentido,
Sem valor estimado, nada que diz, é confundido
Um legado que este descanso fará!

Observei sua arte, seus versos, sua presença...
Recuo minha fala, espero chegar, recua a ausência
De vida! Uma conversa amiga, sincera, terna
Coração quebranta, concerta dolos; vida eterna!

16 / 06 / 2013

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Nunca


Um vento, robusto, forja.
Olho na ignorância dos outros
E por cautela, vacino na minha indiferença
A ela, que justamente, venho dominar-lhe.

Nem ao menos prevalece
Ou uma perdida hipótese
Louca, literalmente bate na cara
(Não na forma de um plano cartesiano)
Pois, seus pontos cardeais
Viajam naquilo que tento negar.

Sancionada em seu aspecto
Pergunta e perturba, enfim
Brinca de esconde-esconde com as dúvidas
Que cultivei hoje no presente!

Acredito, resídios negligentes depositaram
(Não a negligencias das coisas do coração)
A admissão do forasteiro ensaio
Na peça desastrosa, e antes do futuro,
Aquele suspenso esqueleto
Reservado para as indagações vigentes
Vocacionado pra remover passos.

E ainda na reparação
Sim, poderia coagir em favor
Dos invisíveis tributos
Que levanta mortos de seus túmulos.
Se ainda fores um destes
Memória agora é a Verdade
A briga já paga antes da derrota.

Existe o perdido viver
A dor existe na vida
Sentido o sentido no que valeu...

Se não deixam arrebentar
Pela rejeição – a validação do comum incomum –
No refrão do “Ordinary World”*   
Entendo seu desejo celular e espiritual 
De postas abertas no vácuo
Suas existências pensam no buraco negro
E é bem mais que um mal (para alguns deles)
Mas é o misterioso estreito
Forjado a esta cidade
Ainda escondido nas gotas de seu amor
O Único reconhecido pela sua Graça!

É possível confundi-lo, é natural.
Posso afirmar: é sobrenatural!

Manipulações, tão boas, tolas até demais
E na forma de gente generosa
A outros “tão arrogantes”, perdidos
Na argumentação, surfam no puro perdido
Rivalizando a própria condições
Onde o Reino das Palavras neles
Está sendo convencido do suicídio
Riso de quem será solto
A marcar homens na tortura
Dopados de Nova Era
Sangrando lutadores e envolvendo terras
Mas isto será em outros futuros dias.

Alguém quer justiça pela justiça?
Tão simples o dolo
O preso está solto de amargura
Que anualmente morre de câncer.

Esquartejando o favor
Dos outros, o vigor, roubado,
Sem ter para onde ir!

Ainda resiste e insiste.
Existe escondido, o choro.
Guarda-o com carinho
Para que seus filhos, o descubra.
Fostes um. Voto para com o amor
Assim será a marca de quem faz
Se tal ignorância não lhe cobriu de fartura!

05/12 /2011

* Canção da banda Duran Duran

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Sentença

Boa tarde!!!


           Pessoal, o poema de hoje fora uma confissão  a respeito do que sentia a respeito de concurso público, e quando era de madrugada, quando tinha terminado de estudar, me sentir a sentir triste, questionando aonde vou chegar com tudo isso, tantas coisas nos são exigidos. Tinha tirado essa foto (imagem acima) esse ano, mas foi nesse cenário de chuva na madrugada em 2011 que o poema surgiu, no entanto, o poema "Sentença" mostra nessa direção (voltado para os concursos públicos) que tomamos em relação aos objetivos de nossa vida e para os que se dedicam para quaisquer concurso, espero que saibam que é preciso lutar sonhando sem perder os pés no chão, mesmo que esteja seja distante, junto ou sozinho (não solitário), e confiem naquele que deu toda capacidade! Ouvir um dia desses, "uns ralam pouco e chegam, outros tem que ralar mais um pouco, outros tem que se esforçar muito além, no entanto, chegam" e me fez pensar o quanto não posso me acomodar e "me conformar, com esse nível raso (Rodolfo Abrantes)"! Encarem tudo isso com coragem, ânimo, bom humor e com certeza, com disciplina e concertação, e depois disso tudo, recomendo, ouçam uma boa música.

Abraço!    

Sentença

Madrugada, mais um abrigo semeado
Na tremenda fuga forjada que causas.
Cativa legados horríveis em meus instintos
Como venho banido, o mesmo eu enganoso.
Fugindo dele sempre, nos estudos exigentes
Que tal século exige pela dormência da metáfora.

Ao meu abrigo, às vezes, o silencio é a resposta
Como eu – o templo vivo – preciso ouvir de mim.
O sono não passa de uma porta áspera
Se no dia seguinte, terei que renunciar cruéis vontades
Tão intimas que os traio com meus princípios.

A lei, o vento, o visionário – o clichê –
Remorso industrial é uma desculpa calibre!
(Você não entendeu o verso acima?)
Algumas lutas se têm pela força – um clichê –
Sonhar é um guerreiro com os pés na poeira,
Malhar o cérebro e cuspir na indiferença
Dos que sempre apostam o fim de suas vestes!

“Até passar...” sempre existe outro do seu lado
No mesmo vigor, na mesma trama! Idéia Fixa!
Outra condição... Outra prova... Foi até conseguir!
Fora das alienações é a vitória do pobre de espírito
Pelo amor encontrado em seu valor
E o único reconhecimento não reside em títulos,
Mas para aqueles que estavam na mesma guerra!


07 /10 / 2011  

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Madruga



Roubaram meu sono em vão
O sonho que desfaz uma ilusão
Pediu, abriu a porta e sumiu.

Logo, viram que não estava mais lá
A peça-chave do quebra-cabeça da defesa:
A Dúvida - a marionete chefe da incerteza!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O Joio e o Trigo




Estavam todos no campo
Quando outra semente intrusa
Foi metida por meio da brecha.
Sentir-me traído. Mas tinha outra traição
Tinha que ser composta.

Sobre tais efeitos mirabolantes
Desconhece suas profundezas
E ao me deixar levar, por um instante,
Mergulho numa anestesia paralítica
Fazendo-me distante do sinal vermelho.
Humilho minha condição de joelhos
Extraído a sangrenta religiosidade
Que alimenta o falso aspecto
Nos caminhos que padecem almas perdidas.

Mas vejo no rosto de quem venceu
Que quando a colheita vier
A dor terá um fim da estrada
Que o sopro da vida removerá
Com todas as suas raízes!

26 / 12 / 2011 


sexta-feira, 22 de março de 2013

Vais partir... por um tempo, presente.

                                            





Vais partir... por um tempo, presente.

Ausente, escondo a saudade que fervilha.

Parece muito! “Só alguns dias” – dizes!

Nem são tão poéticos, tais versos...

Talvez um drama, uma falta, incompleta!


Penso nas juras, sussurros, encantos

E aquela rizada amorosa sentida...

Qual equação? Ou um verbo mal conjugado

Penso naquela canção triste e listrada:

“I just don't know what to do with myself”!*


“Meu bem, eu volto” - com zelo e consolo.

Guardei o alvoroço de sua presença

E com mares sugestivos, fugindo do penoso tédio,

Tentações de uma pressa sem trégua

Mas, tal distância serve de cuidado propriamente nosso!


Confio nos cuidado do Criador sobre ti

Que descanse sua mente dos abalos urbanos

Resguardando-nos dos laços da indiferença!

Tu, a vida revigorar; eu paciente, repouse

E, distante, venha a guerrear sem medo!


Eraldo Joseph 18 – 03 – 2013


The White Stripes - I just don't know what to do with myself

* http://www.youtube.com/watch?v=CtBnrEHSXgU

sexta-feira, 1 de março de 2013

O Botão Mais Difícil de Abotoar!

Bom dia pra todos!
O The White Stripes foi uma das bandas que macaram minha juventude, uma de suas balada bastante conhecidas era o "Seven Nation Army" do album Elephant. Um amigo meu disse que essa banda é uma porcaria! Bem, se o fosse, por que fora alvo de boas críticas? Era 2004 quando escultei Seven Nation Army no rádio do ônibus, e o primeiro clip essa banda que ví na época foi o The Hardest Button to Button, que bastante viajado, mas bem peculiar, mas tem um detalhe: Eu não sabia o nome dessa banda! Confesso que adolecência não tinha noção do nome de algumas bandas que ouvira, como também nunca parei pra prestar atencão! Depois de alguns longos anos, quando começei a pesquisar bandas de indie rock, achei-os! Quando ouvi o Seven, lembrei "caramba, tocava esse som quando vinha do ônibus"! E ver ao vivo, a sensação é o sentimento e a fúria que Jack White coloca sobre a guitarra, e eu como baixista, que curte um bom rock, gosta disso!!! Sabe, boas lembranças precisam ser cultivadas pela nousatgia do que se viveu, mesmo que seja breve! Essa canção é uma que mais me chama atenção por conta de sua peformace radiante, só com bateria, guitarra e voz? Deixei a tradução que é uma história com certo toque de humor e crítica! Podem até discordar, mas quem faz sua levada, o seu som, é responsavel pelo seu impacto! Espera-se que seja bom! Até mais e fiquem na paz!

The Hardest Button to Button / O Botão Mais Difícil de Abotoar

Nós começamos a morar numa casa velha
Minha mãe deu à luz e nós estávamos observando
Era um menininho
Então nós compramos um brinquedo para ele
Era uma arma de raio
E era 1981


Nós o nomeamos "Baby"
Ele tinha dor de dente
Ele começou a chorar
Aquilo soava como um terremoto
Isso não durou muito tempo
Porque eu parei aquilo
Eu segurei uma boneca de pano
E prendi alguns pequenos alfinetes nela


Agora nós somos uma família
E estamos bem agora
Conseguimos algum dinheiro e um pequeno lugar
Para lutar agora
Nós não o conhecemos
E nós não devemos a você
Mas se você nos ver por perto
Eu tenho outra coisa pra te mostrar


Agora é mais fácil quando você não conhece melhor
Você acha que isso é repugnante?
Então coloque isso em uma carta curta
Nós nos mantemos aquecidos
Mas há algo errado com você
Se sente como se fosse o botão mais difícil de abotoar


Eu tinha opiniões
Que não importavam
Eu tinha um cérebro
Que parecia massa de panqueca
Eu tinha um quintal
Que não tinha nada
Exceto um pedaço de madeira
Um cachorro
E uma caixa com algo dentro

O botão mais difícil de abotoar

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Armadura


 

 

Frágil espelho no decorrer dos anos

Onde sempre existiram cartas

Sendo enviada pelos visionários

Descartando as dívidas das almas!

 

Não temas o pseudo-tribunal dos outros

Elevando numa força de exercito

Nas portas de sua consciência – teor invicto –

Até as horas que lavarão seus pratos!

 

Ignores tal sugestão, uma proposta

Não descartada na ascensão do ego

Na mira de um tiro nas costas,

Lançando suas evidencias no fogo!

 

Olhe nas arvores: as folhas secas,

Que vão em direção ao chão

Assim são os discursos fora de suas veias

Que foram deletadas do forte coração!

 

Ainda bem que existem cavernas

Onde a própria fuga é luta do ser

O rico motivo de não esmorecer

Como no intrigante desejo de quem amas!

 

15 /09/ 2011