sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Das poucas coisas que são faladas...



Penso, procuro aqueles versos
Decifra... Intriga é como vestir um terno...
Labirintos espertos e horas incertas
Dentro das interrogações atmosféricas...

Complexos sem sentido de uma caixa craniana
Das poucas coisas que são faladas
Uma guerra provocada, um equívoco que engana
E no fim do túnel, falsas consciências...?

Estão furtando a rocha da segurança
Trocando o batismo da vida pela fumaça
De sempre se queimar de dúvidas!

Neste chão trilho no caminho sem receios
Enquanto discutem sobre incertezas
Prefiro me apegar às certezas!


05 – 11 – 2013